Um mundo (ou um livro) sem fim

Uma catedral um mosteiro e um convento, monges e freiras. Disputas acerca do dinheiro das respectivas entidades. Roubo monetário por parte dos monges ao cofre das freiras. A única solução é falar com o bispo para terminar a disputa, revelando como a mesma deverá ser resolvida, mas o bispo está ao lado do rei em território francês, em plena guerra entre Inglaterra e França. No momento em que duas freiras lésbicas deixam o convento para se dirigir sozinhas ao campo de batalha em França para convencer o bispo a resolver a contenda – o qual com certeza terá coisas muito mais importantes com que se preocupar do que com crises financeiras – eu desisto.

O segundo volume de “Um Mundo Sem Fim“, de Ken Follett, revela-se um martírio e ainda nem li as primeiras 100 páginas. Estou a pensar vender esta colecção de dois volumes; se houver interessados, por favor contactem-me por e-mail. Que grande porcaria de livro. Follett não deveria ter arriscado o regresso a Kingsbridge; a sua obra-prima foi escrita quase há 30 anos atrás com “Os Pilares da Terra“.