Sugestão de fim-de-semana * Weekend suggestion

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The Warsaw Anagrams (2001), Richard Zimmler

Um romance policial arrepiante e soberbamente escrito passado no gueto judaico de Varsóvia. Narrado por um homem que por todas as razões devia estar morto e que pode estar a mentir sobre a sua identidade… No Outono de 1940, os nazis encerraram quatrocentos mil judeus numa pequena área da capital da Polónia, criando uma ilha urbana cortada do mundo exterior. Erik Cohen, um velho psiquiatra, é forçado a mudar-se para um minúsculo apartamento com a sobrinha e o seu adorado sobrinho-neto de nove anos, Adam.

Num dia de frio cortante, Adam desaparece. Na manhã seguinte, o seu corpo é descoberto na vedação de arame farpado que rodeia o gueto. Uma das pernas do rapaz foi cortada e um pequeno pedaço de cordel deixado na sua boca. Por que razão terá o cadáver sido profanado? Erik luta contra a sua raiva avassaladora e o seu desespero jurando descobrir o assassino do sobrinho para vingar a sua morte. Um amigo de infância, Izzy, cuja coragem e sentido de humor impedem Erik de perder a confiança, junta-se-lhe nessa busca perigosa e desesperada. Em breve outro cadáver aparece – desta vez o de uma rapariga, a quem foi cortada uma das mãos. As provas começam a apontar para um traidor judeu que atrai crianças para a morte. Neste thriller histórico profundamente comovente e sombrio, Erik e Izzy levam o leitor até aos recantos mais proibidos de Varsóvia e aos mais heróicos recantos do coração humano.

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It’s Autumn 1940. The Nazis seal 400,000 Jews inside a small area of the Polish capital, creating an urban island cut off from the outside world. Erik Cohen, an elderly psychiatrist, is forced to move into a tiny apartment with his niece and his beloved nine-year-old nephew, Adam. One bitterly cold winter’s day, Adam goes missing. The next morning, his body is discovered in the barbed wire surrounding the ghetto. The boy’s leg has been cut off, and a tiny piece of string has been left in his mouth. Soon, another body turns up – this time a girl’s, and one of her hands has been taken. Evidence begins to point to a Jewish traitor luring children to their death…In this profoundly moving and darkly atmospheric historical thriller, the reader is taken into the most forbidden corners of Nazi-occupied Warsaw – as well as into the most heroic places of the heart. Praise for Richard Zimler: ‘A riveting literary murder mystery, [The Last Kabbalist of Lisbon] is also a harrowing picture of the persecution of 16th-century Jews and, in passing, an atmospheric introduction to the hermetic Jewish tradition of the Kabbalah’ – “Independent on Sunday”. ‘Zimler [is] a present-day scholar and writer of remarkable erudition and compelling imagination, an American Umberto Eco’ – “Spectator”. ‘Zimler has this spark of genius, which critics can’t explain but readers recognise, and which every novelist desires but few achieve’ – “Independent”. ‘Zimler is an honest, powerful writer’ – “Guardian”.