Amizade * Friendship

Músicas, livros, pinturas, óperas, poemas… São tantas as formas de se expressar a amizade!

Musics, books, paintings, operas, poemas… There are so many ways to express friendship!

The color purple (a.k.a. A cor púrpura, 1982), Alice Walker

“A cor púrpura” foi publicado nos Estados Unidos em 1983 e tornou-se um grande sucesso de público e crítica ganhando, no mesmo ano, o Prémio Pulitzer de ficção. Dois anos depois o cineasta Steven Spielberg dirigiu a adaptação do romance para o cinema que contou com roteiro da própria autora, Alice Walker, reconhecida pela participação em movimentos das causas negra e feminina. A história abre caminho para uma sensibilização a respeito dos sofrimentos vividos por Celie. Negra, semianalfabeta, vivendo no Sul dos Estados Unidos, subjugada a um homem que ela pensa ser seu pai, forçada a viver longe dos dois filhos e com um marido a quem não ama, Celie vive entre cuidar da família e planear uma vida diferente, junto de Nettie, sua irmã. As duas irmãs passam trinta anos sem noticias uma da outra e Celie confia os seus pensamentos no seu diário.

Celie is a poor black woman whose letters tell the story of 20 years of her life, beginning at age 14 when she is being abused and raped by her father and attempting to protect her sister from the same fate, and continuing over the course of her marriage to “Mister”, a brutal man who terrorizes her. Celie eventually learns that her abusive husband has been keeping her sister’s letters from her and the rage she feels, combined with an example of love and independence provided by her close friend Shug, pushes her finally toward an awakening of her creative and loving self.

La solitudine dei numeri primi (a.k.a. The solitude of prime numbers, A solidão dos números primos, 2008), Paolo Giordano

Alice é obrigada pelo pai a frequentar um curso de esqui para ser forte e competitiva, mas um acidente terrível deixará marcas no seu corpo para sempre. Mattia é um menino muito inteligente cuja irmã gémea é deficiente. Quando são convidados para uma festa de anos, ele deixa-a sozinha num banco de jardim e nunca mais torna a vê-la. Estes dois episódios irreversíveis marcarão a vida de ambos para sempre. Quando estes “números primos” se encontram são como gémeos, que partilham uma dor muda que mais ninguém pode compreender. Ganhou o prémio Stregga e a menção honrosa do Campiello, os dois prémios literários mais importantes de Itália, e está a ser traduzido em mais de 20 países.

A bestselling international literary sensation about whether a “prime number” can ever truly connect with someone else. A prime number can only be divided by itself or by one—it never truly fits with another. Alice and Mattia, both “primes,” are misfits who seem destined to be alone. Haunted by childhood tragedies that mark their lives, they cannot reach out to anyone else. When Alice and Mattia meet as teenagers, they recognize in each other a kindred, damaged spirit. But the mathematically gifted Mattia accepts a research position that takes him thousands of miles away, and the two are forced to separate. Then a chance occurrence reunites them and forces a lifetime of concealed emotion to the surface. Like Mark Haddon’s “The Curious Incident of the Dog in the Night-Time”, this is a stunning meditation on loneliness, love, and the weight of childhood experience that is set to become a universal classic.

The help (a.k.a. As serviçais, 2009), Kathryn Stockett

Skeeter tem vinte e dois anos e acabou de regressar da universidade a Jackson, Mississippi. Mas estamos em 1962, e a sua mãe só irá descansar quando a filha tiver uma aliança no dedo. Aibileen é uma criada negra, uma mulher sábia que viu crescer dezassete crianças. Quando o seu próprio filho morre num acidente, algo se quebra dentro dela. Minny, a melhor amiga de Aibileen, é provavelmente a mulher com a língua mais afiada do Mississippi. Cozinha divinamente, mas tem sérias dificuldades em manter o emprego… até ao momento em que encontra uma senhora nova na cidade.

Estas três personagens extraordinárias irão cruzar-se e iniciar um projecto que mudará a sua cidade e as vidas de todas as mulheres, criadas e senhoras, que habitam Jackson. São as suas vozes que nos contam esta história inesquecível cheia de humor, esperança e tristeza. Uma história que conquistou a América e está a conquistar o mundo.

Three ordinary women are about to take one extraordinary step. Twenty-two-year-old Skeeter has just returned home after graduating from Ole Miss. She may have a degree, but it is 1962, Mississippi, and her mother will not be happy till Skeeter has a ring on her finger. Skeeter would normally find solace with her beloved maid Constantine, the woman who raised her, but Constantine has disappeared and no one will tell Skeeter where she has gone.

Aibileen is a black maid, a wise, regal woman raising her seventeenth white child. Something has shifted inside her after the loss of her own son, who died while his bosses looked the other way. She is devoted to the little girl she looks after, though she knows both their hearts may be broken. Minny, Aibileen’s best friend, is short, fat, and perhaps the sassiest woman in Mississippi. She can cook like nobody’s business, but she can’t mind her tongue, so she’s lost yet another job. Minny finally finds a position working for someone too new to town to know her reputation. But her new boss has secrets of her own.

Seemingly as different from one another as can be, these women will nonetheless come together for a clandestine project that will put them all at risk. And why? Because they are suffocating within the lines that define their town and their times. And sometimes lines are made to be crossed. In pitch-perfect voices, Kathryn Stockett creates three extraordinary women whose determination to start a movement of their own forever changes a town, and the way women – mothers, daughters, caregivers, friends – view one another. A deeply moving novel filled with poignancy, humor, and hope, The Help is a timeless and universal story about the lines we abide by, and the ones we don’t.

The fellowship of the ring (a.k.a. A irmandade do anel, 1954), J.R.R. Tolkien

Não se enganava o crítico ao indicar assim que estamos perante uma obra de leitura obrigatória, que, sem qualquer sombra de exagero, se insere entre as mais notáveis criações literárias do nosso século. Situando-se na linha de criação fantástica em que a literatura inglesa é fértil (lembramos Jonathan Swift com As Viagens de Gulliver, lembramos Lewis Carrol com a sua Alice nos País das Maravilhas), Tolkien oferece-nos uma obra verdadeiramente monumental, onde todo o mundo é criado de raiz, uma nova cosmogonia arquitectada por inteiro, uma irrupção de maravilhoso que é admirável jogo de criação pura. O sopro genial que perpassa na elaboração deste maravilhoso, traduzido sobretudo no realismo da narração, deixa no leitor o desejo irresistível de conhecer “esse” mundo que, como crianças, chegamos a acreditar que existe.

Frodo Baggins knew the Ringwraiths were searching for him – and the Ring of Power he bore that would enable Sauron to destroy all that was good in Middle-earth. Now it was up to Frodo and his faithful servant Sam to carry the Ring to where it could be detroyed – in the very center of Sauron’s dark kingdom.

Le petit prince (a.k.a. The little prince, O principezinho, 1943), Antoine de Saint Exupéry

Antoine de Saint-Exupéry publicou pela primeira vez «O Principezinho» em 1943, quando recuperava de ferimentos de guerra em Nova Iorque, um ano antes do seu avião Lockheed P-38 ter sido dado como desaparecido sobre o Mar Mediterrâneo, durante uma missão de reconhecimento. Mais de meio século depois, a sua fábula sobre o amor e a solidão não perdeu nenhuma da sua força, muito pelo contrário: este livro que se transformou numa das obras mais amadas e admiradas do nosso tempo, é na verdade de alcance intemporal, podendo ser inspirador para leitores de todas as idades e de todas as culturas.

O narrador da obra é um piloto com um avião avariado no deserto do Sahara, que, tenta desesperadamente, reparar os danos causados no seu aparelho. Um belo dia os seus esforços são interrompidos devido à aparição de um pequeno príncipe, que lhe pede que desenhe uma ovelha. Perante um domínio tão misterioso, o piloto não se atreveu a desobedecer e, por muito absurdo que pareça – a mais de mil milhas das próximas regiões habitadas e correndo perigo de vida – pegou num pedaço de papel e numa caneta e fez o que o principezinho tinha pedido. E assim tem início um diálogo que expande a imaginação do narrador para todo o género de infantis e surpreendentes direcções. «O Principezinho» conta a sua viagem de planeta em planeta, cada um sendo um pequeno mundo povoado com um único adulto. Esta maravilhosa sequência criativa evoca não apenas os grandes contos de fadas de todos os tempos, como também o extravagante «Cidades Invisíveis» de Ítalo Calvino. Uma história terna que apresenta uma exposição sentida sobre a tristeza e a solidão, dotada de uma filosofia ansiosa e poética, que revela algumas reflexões sobre o que de facto são os valores da vida.

Few stories are as widely read and as universally cherished by children and adults alike as The Little Prince. Richard Howard’s new translation of the beloved classic-published to commemorate the 100th anniversary of Antoine de Saint-Exupéry’s birth-beautifully reflects Saint-Exupéry’s unique and gifted style. Howard, an acclaimed poet and one of the preeminent translators of our time, has excelled in bringing the English text as close as possible to the French, in language, style, and most important, spirit. The artwork in this new edition has been restored to match in detail and in color Saint-Exupéry’s original artwork.

Les trois mousquetaires (a.k.a. The three musketeers, Os três mosqueteiros, 1844), Alexandre Dumas

Alexandre Dumas teceu as suas ficções sobre uma trama do século XVII, misturando personagens reais das mais altamente colocadas com personagens imaginárias, conseguindo colocar uma e outras no panteão dos imortais. A sua inspiração faz agir e falar o monarca absoluto Luís XIII e o temível cardeal Richelieu, Ana de Áustria e Buckingham, reviver toda uma época em que se sucedem as aventuras dos seus heróis, D’ Artagnan, Athos, Porthos, Aramis e essa fascinante Milady, à volta da qual a acção se desenrola com inegável poder dramático. Gerações de leitores renderam-se a esta obra brilhante. E hoje, passado mais de uma século, o livro conserva todo o seu interesse e continua a ser adaptado ao cinema, televisão e mesmo a desenhos animados, transformando esta numa verdadeira obra para todas as idades.

First published in 1844, Alexandre Dumas’s swashbuckling epic chronicles the adventures of D’Artagnan, a gallant young nobleman who journeys to Paris in 1625 hoping to join the ranks of musketeers guarding Louis XIII. He soon finds himself fighting alongside three heroic comrades—Athos, Porthos, and Aramis—who seek to uphold the honor of the king by foiling the wicked plots of Cardinal Richelieu and the beautiful spy “Milady.” As Clifton Fadiman reflected, “We read The Three Musketeers to experience a sense of romance and for the sheer excitement of the story. In these violent pages all is action, intrigue, suspense, surprise—an almost endless chain of duels, murders, love affairs, unmaskings, ambushes, hairbreadth escapes, wild rides. It is all impossible and it is all magnificent.”

Amizade * friendship

The Randolph Rose bronze company had several new bronze statues to showcase at the American Library Association annual conference. One is a 41"L x 40"H girl and boy on a bench reading together, called "Best Friends".