Sugestão de fim-de-semana * Weekend suggestion

Espreitar as festas do meu querido mês de Agosto.
Take a peek on August’s regional celebrations.

Reencontrar os amigos das férias de Verão.
Meet summer vacations friends.

E ler um livro.
And read a book.

La plus belle histoire du monde

La plus belle histoire du monde (a.k.a. The finest story in the world and A mais bela história do mundo, 1891), Rudyard Kipling

Por vezes restringida ao Livro da Selva e a contos humorísticos que escrevia para os filhos, a obra de Rudyard Kipling, autor galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1907, é em grande medida desconhecida. Em particular, o considerável corpus de contos e romances nos quais o seu espírito curioso, fazendo jus ao humor inglês, é certeiro.
N’ A História Mais Bela do Mundo, Kipling leva a crer que a inspiração surge dos detalhes mais prosaicos que só o artista pode transcender, que só várias coincidências e contingências dão azo a uma obra de arte e que a arte sublima o real e o maravilhoso ombreia com a ciência.

The narrator meets a young bank clerk, Charlie Mears, who longs to be a writer and seeks his advice. Charlie seems a commonplace and not particularly imaginative young man, but – partly written and partly in conversation – he produces strangely powerful accounts of sea voyages in the ancient world, by a Viking adventurer on a voyage to America, and by a Greek galley slave. He gives vivid details, including fragments of script which turn out to be corrupt Greek. The narrator becomes convinced that – rather than creating these stories – Charlie is remembering past lives, and that it is such recollections that feed the mysterious processes of creative ‘imagination’. Another friend, a sophisticated Bengali, Grish Chunder, confirms that this must be the case, but warns that when Charlie falls in love the threads from the past will be broken.