E livros a ler

livros_a_ler

Depois de fazer um resumo dos livros a não ler, deixo-vos a melhor parte: livros que recomendo vivamente, que considero de leitura mais que obrigatória (poderiam fazer parte de uma lista chamada “livros a reler”). Aproveito para dar a conhecer livros que tenho em fila de espera e que conto ler muito em breve, que constam na lista “books to read before you die” de inúmeros linguístas e filósofos.

Livros a ler e reler… e ler mais uma vez. O meu top 10:

  • 1984 (1949), de George Orwell. Uma história aterradora acerca de uma sociedade onde o “grande irmão” tudo vê e controla.
  • O drama de Jean Barois (1913), de Roger Martin du Gard. Um livro que reflecte sobre o ateísmo e o catolicismo, sob a forma de um romance.
  • Ensaio sobre a cegueira (1995), de José Saramago. Um soberbo ensaio, sob a forma de romance, sobre a sociedade.
  • O muro (1939), de Jean-Paul Sartre. Um breve conto sobre a condição humana, narrado por uma personagem que está ciente da sua morte no espaço de poucas horas.
  • Amor de perdição (1862), de Camilo Castelo Branco. Uma tragédia romântica portuguesa de partir o coração.
  • Romeu e Julieta (1595), de William Shakespeare. Haverá história de amor mais bonita do que esta?
  • Os Maias (18889, de Eça de Queirós. Um retrato fiel à vida lisboeta no final do século XIX.
  • A terceira visão (1956), de Lobsang T. Rampa: Uma história baseada em factos verídicos  narrados por um monge tibetano.
  • O diário (1944), de Anne Frank. Um diário que relata a história de uma menina durante a segunda guerra mundial, capaz de sensibilizar os mais frios.
  • Filhos da droga (1978), de Christiane F. Um relato verídico de uma jovem de 13 anos que mergulha no mundo das drogas.

Livros que tenho mesmo mesmo mesmo de ler em breve:

  • Crime e castigo (1866), de Fyodor Dostoyevsky
  • A peste (1947), de Albert Camus
  • As cidades e as serras (1901), de Eça de Queirós
  • As pupilas do senhor reitor (1867), de Júlio Dinis
  • Folhas caídas (1853), de Almeida Garrett
  • Náusea (1938) e Sem saída (1944) de Jean-Paul Sartre