A escrever um livro

Libertação pela escrita

Ou a tentar. Este tema já não é novidade no blog, mas desta vez é que é: uma das minhas resoluções para este ano é terminar de escrever o livro e propô-lo a uma editora.

Neste percurso interessante que tem sido descobrir a minha forma de escrita, apercebi-me que passei por várias fases. Sempre escrevi muito, o que não significa que esses textos tivessem qualidade para ser editados ou, no mínimo, publicados. Ao longo do tempo, comecei a querer escrever com um propósito que não o da expressão íntima, pelo que criei um blog generalista que rapidamente se tornou alvo de centenas de visitas diárias. Anos passados, optei por o apagar – com receio de vir a expor a minha vida privada, e criei este espaço literário que, a brincar a brincar, fará sete anos em breve!

Por me ter dedicado sempre à leitura, sempre me questionei qual seria a minha forma preferencial de escrita e os temas que gostaria de abordar. Hoje, mesmo tenho optado por um género em particular, mantenho precisamente essa dúvida. Em todo o caso, e porque é importante ser-se pragmático, acabei por restringir as minhas preferências a duas: o meu formato de leitura preferido é o que possui a estrutura de romance literário e a minha forma de escrita preferida é o conto. Sendo assim, não escreverei aquilo que mais gosto de ler.

O resultado? Não sei. Tenho tido algumas opiniões favoráveis e muito entusiasmantes ao que já li, pelo que agora o objectivo é manter-me focada neste objectivo e conseguir fechar este capítulo.

Gostariam de ler algo escrito por mim?😉