Mata Hari, a Espia

Fui desafiada pela Pergaminho Editora a fazer parte de uma lista restrita de bloggers que receberão um exemplar d’A Espia para leitura antes de o livro estar disponível nas livrarias.

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Embora Paulo Coelho não esteja entre os meus autores preferidos (mas considerando que li, em tempos, vários livros seus), não hesitei em aceitar ler este título porque narra a história de, nada mais nada menos, Mata Hari.

Diz o livro que o seu único crime foi ser uma mulher livre. Mas Mata Hari foi muito mais que isso: esta dançarina oriental que foi acusada de espionagem continua, quase 100 anos depois da sua morte, a intrigar historiadores e biógrafos. Não só foi um género de peão na intriga internacional ao longo da grande guerra, Mata Hari era uma sedutora e uma mulher que vivia décadas à frente do seu tempo. Não foi por acaso que, ao longo dos anos, se escreveram livros e fizeram filmes e documentários sobre esta figura intrigante.

Ainda não o li, mas folheei. E o que encontrei pareceu-me prometedor.

E foi então, minha querida Mata Hari, que o golpe mais vil de todos foi desferido. Também estava a ser seguida pelos alemães – mais discretos e mais eficientes. Desde o dia da sua visita ao inspetor Ladoux, tinham chegado à conclusão de que pretendia ser uma agente dupla.