Sugestão de fim-de-semana

Continuar aquele puzzle de milhares de peças.

Praticar o dolce fare niente.

E ler um livro.

Odeio a internet

Odeio a Internet (2018), de Jarett Kobek

Como seria se contasse toda a verdade e o mundo todo o ouvisse? E se vivesse num país afundado num pântano de afronta internética? E se fosse uma mulher numa sociedade que odeia mulheres?

Com a São Francisco do ano 2013 como pano de fundo, Odeio a Internet oferece um hilariante e obsceno retrato da vida das vítimas do boom digital. Enquanto biliões de tweets alimentam o avanço da gentrificação nas cidades e os destroços humanos se empilham por todo o lado, um grupo de amigos sofre as consequências de se ser desnecessário num mundo novo que despreza os que não têm relevância e os que não dão lucro.

Neste seu primeiro romance, Jarett Kobek aborda questões prementes do nosso tempo: por que motivo aplaudimos o enriquecimento de CEOs à custa dos fracos e dos que não têm poder? Por que razão desbaratamos a nossa propriedade intelectual? Porque é que o ativismo do século XXI não passa de uma série de lições de moral digitados em dispositivos construídos por escravos? Eis, finalmente, uma explanação da Internet com o detalhe mais cru possível.

Reconhecimento da obra Odeio a Internet a nível internacional:

  • The Guardian – “O melhor mau romance por aí.”
  • The Irish Times – “Um romance tão mau que é… altamente divertido.”
  • The New York Times – “Odeio a Internet é muito melhor a colocar questões do que a dar respostas.”
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